segunda-feira, 17 de março de 2014

Nuno Crato e os "ivões", crónica "roubada" em tom de alerta


Partilho uma crónica, como o autor - Carlos Esperança - que sigo no Diário de uns ateus a classifica. O texto denuncia bem os efeitos do fascismo de salazar na educação, e ilustra a perversidade com que alunos e professores eram tratados. Quase como se fosse uma anedota, alerta-nos para uma certa forma de conceber a profissão docente e a  escola que não estão tão distantes de nós quanto possa parecer à primeira vista: ora leiam o que disse Nuno Crato à revista brasileira "Veja" em junho de 2013
Nuno Crato condena um "eduquês" que odeia e desconhece, que como todos os preconceitos, nasce dessa ignorancia feita de medo. O ódio do Nuno Crato empurra a escola pública para o ensino dos "ivões", mas isso pouco lhe importa, porque haverá sempre escolas para os filhos dos poderosos. Resta-nos a luz de saber que não estamos sozinhos na denúncia nem recuaremos .


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